Turismo Religioso e caminhos para a promoção humana integral

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Turismo Religioso e caminhos para a promoção humana integral

Dom Murilo S.R. Krieger, scj
Arcebispo de São Salvador da Bahia – Primaz do Brasil

1. Turismo: desafios e oportunidades
2. A Pastoral do Turismo – Pastur
3. O Turismo Religioso
4. Turismo: imenso campo pastoral para os leigos
5. Conclusão

1. Turismo: desafios e oportunidades

“Quem viajou aprendeu muitas coisas;
quem muito experimentou falará com conhecimento.
Quem não tem experiência pouco sabe;
aquele que viajou, porém, tem grande habilidade.
Viajando, vi muitas coisas e compreendi muitos assuntos.”
(Bíblia – Eclesiástico 34,9-12)

Segundo a Organização Mundial do Turismo, em 2017, um bilhão, trezentos e vinte milhões de pessoas viajaram entre duas fronteiras. Pelo oitavo ano consecutivo, o número de turistas aumentou, numa taxa de crescimento impressionante: 6,7% em relação ao ano anterior (nunca o turismo havia crescido tanto de um ano para o outro). O turismo é hoje um dos principais impulsionadores do desenvolvimento econômico. Ele tem se mostrado essencial para a criação de emprego e para o crescimento de muitas comunidades no mundo inteiro. O que dizer, então, se contabilizarmos os turistas que viajam dentro dos próprios países, e que são ainda mais numerosos?
O turismo se desenvolve graças a uma necessidade essencial do ser humano: a de viajar, de encontrar-se com outros, de conhecer lugares desconhecidos, de entrar em contato com outras culturas ou de fazer uma experiência religiosa especial. Viajar é uma atividade tão antiga quanto a humanidade. Hoje, viajar deixou de ser privilégio de uns poucos e tornou-se uma possibilidade ao alcance de muitos. À medida que cresceu a consciência do direito ao trabalho cresceu, também, a do direito ao repouso, o qual, uma vez reconhecido, favoreceu a conquista de “férias pagas”. O turismo não deve ser somente “para todos”, porque social, mas também “de todos”, porque sustentável, e “com todos”, porque solidário. Ele deve favorecer o encontro de povos e culturas; a valorização do ambiente, sem se dilapidarem as reservas naturais; a busca do crescimento e do enriquecimento econômico e social das populações locais, assumindo comportamentos éticos; o combate a toda forma de violência, de domínio e de discriminação. Ele será válido somente se levar à descoberta do mundo e de nós mesmos; se possibilitar o maravilhar-se; se promove o autêntico caminho da paz. “O turismo, em si, é um valor e não um banal ato de consumo” (João Paulo II, 1982, visitando a sede da OMT, em Madrid). O turismo, de maneira geral, se associa a outros valores – por exemplo: a troca, a hospitalidade, a abertura aos outros, a tolerância etc.
A Igreja vê o turismo como um “encontro”, que é fundamental no anúncio da Boa Nova. O encontro é um convite à comunhão com Deus que, em Cristo, quer encontrar-se com todos os seres humanos. Além disso, na criação e nas obras de seus filhos, Deus mostra seu amor e sua providência, dando ocasião a encontros profundos e enriquecedores. O ser humano pode também, por meio do turismo, encontrar-se consigo mesmo, no silêncio da reflexão e da escuta interior. Pode encontrar-se com os outros, para construir uma serena convivência entre as pessoas e os povos. Em um mundo globalizado, mas ao mesmo tempo cada vez mais tragicamente dividido, o grande desafio consiste em não se pensar mais em termos de quem “usufrui” do turismo e quem “sofre” suas consequências, pois ou todos ganham ou todos perdem com ele.
As atividades turísticas nem sempre se desenvolvem em harmonia com as tradições dos países de acolhida e, muitas vezes, estão longe de respeitar as normas, as práticas morais e culturais das populações visitadas. Quando chega um turista, são dois modos de viver que se confrontam, dos quais podem nascer relacionamentos positivos como, também, relacionamentos marcados pela desigualdade, pelo domínio do mais rico e poderoso sobre o mais pobre e necessitado. O turismo é, pois, fonte de oportunidades e de riscos, de esperança e de preocupação para a comunidade que acolhe. Muitos que moram em locais turísticos não se beneficiam com o turismo: sofrem com o aumento do custo de vida, com a privação dos serviços básicos e a degradação do ambiente; não poucas vezes, os benefícios são canalizados para os donos dos hotéis, de restaurantes e de agências de viagem. Além disso, em países pobres, a história do turismo é marcada, por vezes, por vidas machucadas por abusos; história de pessoas enganadas por outras, isto é, enganadas por pessoas que só se preocupam em enriquecer a qualquer custo ou a buscar o prazer por qualquer meio, sem pensar nas consequências sociais que seu comportamento acarretaria; é a história de pessoas enganadas pela droga, pelo jogo, pelo consumismo exagerado; é a história de pessoas mal pagas. Há um outro desafio, ainda mais grave, envolvendo o mundo do turismo: o turismo sexual – e, em determinados países, envolvendo, inclusive, crianças -, praga vergonhosa e bárbara.
O mundo do turismo é, pois, para a Igreja, um grande campo de trabalho. Cabe-lhe conscientizar a sociedade e o mundo para as graves consequências da irresponsabilidade e do egoísmo. São necessários, pois, um espírito crítico e um trabalho atuante, sem a mínima concessão à permissividade e à tolerância.

2. A Pastoral do Turismo – Pastur

“O Turismo favorece o contato dos homens e das mulheres
com a natureza e com as culturas,
promove a valorização dos recursos ambientais
e apresenta as belezas da criação
como uma herança comum de toda a família humana.”
(João Paulo II, 27.09.2001)

Sair de casa para conhecer outros lugares é próprio da natureza de nosso ser. Esse gesto nos remete a um conceito essencial da antropologia: permanecemos em um determinado mundo, mas não cessamos de nos mover no interior dele. O homem é um “ser-dentro” do mundo, mas a maneira de nele morar é um “andar em direção de”. O ato de viajar nos diz que o homem não está preso a um determinado lugar. Gostamos de nos mover. É próprio de nossa condição humana estar em constante partida, em ter uma identidade de viajante. Eternos migrantes, andamos em direção de alguma coisa fora de nós: a felicidade, a paz, a segurança e a serenidade de um lar. Não fazemos outra coisa além de viajar: jamais estamos satisfeitos com as habitações estáveis. Olhamos sempre além. Se fosse possível fotografar a imaginação de uma pessoa, veríamos imagens de países, paisagens, rostos e pessoas distantes. Partir em viagem pode representar a expressão de uma esperança. Nas férias, nos divertimentos e nas viagens o ser humano busca a felicidade.
Muitos se perguntam a razão de a Igreja se envolver com questões ligadas ao turismo. Não seria uma preocupação exclusiva dos homens de negócios? Não, pois a missão da Igreja consiste, justamente, em cuidar do ser humano – portanto, de dar um rosto humano ao turismo. Falar de turismo significa referir-se à realidade da mobilidade humana, que tem em seu centro a pessoa. O turismo diz respeito à Igreja, já que “o homem é a primeira via que a Igreja deve percorrer no cumprimento de sua missão” (João Paulo II, Centesimus Annus 53).
Graças ao turismo, milhões de homens e mulheres percorrem cada ano os mais distantes recantos da terra, levando consigo o desejo de paz e felicidade. Querem admirar as belezas da natureza e as obras artísticas do passado, conhecer a vida e a cultura de outras sociedades. A Pastoral do Turismo trabalha para que, no cruzamento desses caminhos ressoe a Boa Nova e o convite para que todos procurem se encontrar com a Beleza que não passa e com a Vida que nunca termina. Essa Pastoral não tem, pois, como primeira finalidade, a análise científica do fenômeno turístico e, menos ainda, a abertura de novos campos turísticos. Procura, sim, auxiliar aqueles que desenvolvem uma ação evangelizadora nesse setor.
Numerosas são as iniciativas no campo da Pastoral do Turismo, algumas de longa tradição. Em muitos lugares se celebram Missas especiais para os turistas, e em sua língua. Pesquisas feitas em alguns países europeus demonstraram que no período de férias o dobro de pessoas frequenta as celebrações, em relação à participação durante o ano: 28%, em vez de 14%; noutros, bispos, no início da época turística, escrevem uma carta aos próprios fiéis e aos visitantes, ressaltando a importância do momento em que vivem; é comum paróquias divulgarem, nos locais de maior afluxo de pessoas, os horários das celebrações; programam-se celebrações ecumênicas, já que um dos traços característicos da Pastoral do Turismo é, justamente, a abertura ecumênica etc.
A Pastoral do Turismo, que deve integrar-se na pastoral “ordinária” da Igreja, precisa apoiar-se numa rede de comunicações e no intercâmbio entre as diversas dioceses, para melhor acolher os turistas; dar apoio aos que trabalham nessa atividade, para que conheçam seus direitos e responsabilidades, e tenham a possibilidade de levar uma vida digna e justa; incentivar o respeito à natureza e ao patrimônio cultural; lutar contra os abusos do turismo. O olhar dos agentes da Pastoral do Turismo não deve se concentrar somente nos turistas; é necessário que se volte também para os organizadores de viagens, os guias turísticos e todos os que vivem em torno da indústria do turismo, pois também esses precisam de apoio, orientação e incentivo.
A hospitalidade era considerada pelos primeiro cristãos como um dever fundamental e uma das expressões mais autênticas da caridade. A pessoa acolhida se sente bem; as portas que lhe são abertas a estimulam a abrir as porta de seu coração. Na Regra de S. Bento, depois de uma exortação a acolher bem o hóspede, se lê a expressão: “Hospes venit – Christus venit” (Chegou o hóspede! Chegou Cristo!). Se na Pastoral do Turismo conseguirmos fazer com que visitadores e visitados compreendam que é Cristo Ressuscitado que se encontra no outro e nos outros, teremos dado um passo decisivo.

3. O Turismo Religioso

Encontramo-nos neste mundo como estrangeiros que, porém, pertencem a uma única família. À medida que crescemos, fazemos amigos, com os quais dividimos alegrias e tristezas, e trabalhamos para que em nossa família prevaleçam o amor e o carinho recíprocos. Em todos os seres humanos há o desejo de buscar um sentido par a vida; todos desejam ser artífices do próprio destino; por isso, podemos definir nossa vida como uma peregrinação. Pessoas provenientes de todo o mundo viajam em peregrinação para encontra um sentido para a própria existência, conforto e paz interior.
“A pessoa em cima de um cavalo não conhece nada da fadiga dos que viajam a pé”, diz um antigo provérbio chinês. Peregrinar pelo mundo de Deus significa descobrir a verdade sobre as criaturas de Deus – o povo, a cultura, a natureza de Deus. A peregrinação é um caminho para procurar a verdade, como ela é vista pelo viajante a pé.
É preciso, pois, valorizar a Pastoral das Peregrinações, que podem ser enfocadas dentro do “Turismo Religioso”. Afinal, além de visitas a lugares religiosos, nessas peregrinações são previstos, quer pelos organizadores, quer pelos próprios peregrinos, momentos dedicados a visitas culturais e ao repouso. Os santuários, meta de peregrinação de cristãos, têm-se tornado também meta de grande número de turistas. Se for oferecido um acolhimento adequado a esses visitantes, eles poderão fazer uma profunda experiência de fé. Convém destacar que um peregrino não é um simples turista, pois caminha com atenção e respeito nos lugares sagrados, enquanto o turista move-se de qualquer maneira nesses lugares; o peregrino respeita os que o hospedam e aceita sua maneira de ser; o turista facilmente vê no que o hospeda um novo produto a ser examinado; o peregrino é humilde e paciente; esperando sua vez; o turista é apressado e facilmente se torna arrogante.
É importante não só incentivar a visita a lugares sagrados, mas preparar o coração daqueles que farão a peregrinação e possibilitar-lhes guias adequados, que os introduzam no “mistério”. Caso contrário, esvazia-se a experiência e transforma-se o peregrino em um simples turista. Para os católicos, alguns lugares possibilitam uma experiência única – por exemplo: Roma, Terra Santa, Santiago de Compostela, Aparecida, Lourdes etc. Como não lembrar, também, santuários perto de nós, meta de tantos peregrinos? Oque dizer, por exemplo, das igrejas históricas de Salvador? Quanto melhor for a preparação do grupo de peregrinos que parte, mais proveito tirará de sua peregrinação. Aliás, uma peregrinação deve começar com essa preparação. Essa era, também a experiência do peregrino do Antigo Testamento: a própria decisão de ir a Jerusalém levava os peregrinos a rezar Salmos que lembravam a subida que fariam em direção à Cidade Santa. Favorecer, pois, uma peregrinação é possibilitar que muitos tenham um encontro com o Outro que, na verdade, está “mais dentro de mim do que eu mesmo” (Santo Agostinho).

4. Turismo: imenso campo pastoral para os leigos

Como pastores, queremos
“seguir estimulando a ação evangelizadora da Igreja,
chamada a fazer de todos os seus membros
discípulos e missionários de Cristo,
Caminho, Verdade e Vida,
para que nossos povos tenham vida nele”.
(Documento de Aparecida, 1)

A ação pastoral da Igreja no mundo do Turismo falharia se faltasse uma eficaz colaboração dos fieis leigos. Em vista disso, é necessário :
1. Formar as populações que acolhem os turistas, para darem testemunho cristão e de fidelidade aos deveres religiosos, mantendo-se prudentes diante da novidade de mentalidade e de costumes;
2. Providenciar a organização, em colaboração com as entidades turísticas, de encontros de caráter cultural-religioso, para atingir sobretudo os “afastados”;
3. Desenvolver uma ação missionária, mediante uma adequada preparação dos que visitam países não-cristãos e não-crentes, para assegurar com seu comportamento um real testemunho de fé e caridade;
4. Valorizar as obras de arte cristã existentes na região, assegurando uma inteligente apresentação de seu significado religioso; por isso, recomenda-se a formação espiritual e cultural dos guias turísticos;
5. Desenvolver o diálogo com os agentes turísticos, qualquer que seja a religião a que pertençam;
6. Cuidar da formação espiritual dos católicos que servem nos vários setores da indústria turística e favorecer a devida assistência espiritual tanto aos hospedeiros quanto aos hóspedes;
7. Organizar encontros com os agentes de turismo, com o fim de animar seu trabalho de espírito evangélico e conhecer suas necessidades espirituais, intensificar suas relações com a Igreja e sensibilizá-los quanto aos seus deveres com respeito à moralização do Turismo;
8. Ter consciência de que são leigos que fazem o Turismo, uma vez que toda a organização turística depende deles – daí a importância de sua presença e participação na Pastoral do Turismo;
9. Cuidar da preparação espiritual dos quadros profissionais. Mais: os leigos se deem conta de que um sadio turismo exige o esforço coordenado não só de indivíduos como também de grupos, visto que não é possível promover, com atividades particulares e isoladas, a humanização de um fenômeno tão dinâmico e irreversível como este que está em questão;
10. Recordar que o Turismo é um fator de elevação social, que pode ajudar a causa do ecumenismo e a união entre os povos;
11. Valorizar as peregrinações aos santuários, metas de peregrinação para muitos cristãos. Num mundo sempre mais secularizado, dominado pelo sentido do imediato e do material, essas visitas podem ler-se como o sinal de um desejo de retorno a Deus;
12. Reconhecer o valor daqueles lugares que são visitados por seu acentuado valor artístico ou histórico, como é o caso de catedrais, igrejas, mosteiros etc. A acolhida proporcionada nesses lugares não pode limitar-se a uma esmerada informação histórico ou artística, mas deve manifestar sua identidade e finalidade religiosa. Para muitos turistas, essas visitas constituem quase que a única ocasião de conhecer a fé cristã;
13. Incentivar a colaboração entre os responsáveis pela Pastoral do Turismo e os promotores turísticos;
14. Ensinar os cristãos que visitarem lugares que são honrados por fieis de outras religiões a comportar-se em tais lugares com o máximo de respeito, com um comportamento que não fira a sensibilidade religiosa de quem o acolhe;
15. Dar especial atenção aos grupos que associam pessoas em razão da idade ou por outras circunstâncias da vida profissional e social, para que possam viver essa circunstância em toda a sua riqueza humana e espiritual;
16. Incentivar o “turismo social”, que torna o turismo algo acessível a todos, através de sistemas que ajudam as pessoas e as famílias a ter acesso a financiamentos especiais;
17. Promover atividades turísticas que respeitem o meio ambiente, que dê preferência às necessidades da comunidade local, chegando, se for preciso, à limitação da mesma atividade turística;
18. Valorizar as associações nas quais os cristãos, que trabalham como guias, possam atualizar sua formação humana e espiritual e sustentar-se mutuamente em um trabalho que exige respeito, entrega aos demais e atenção ao bem espiritual dos turistas;
19. Dar uma atenção especial aos trabalhadores do Turismo, levando em conta seus horários de trabalho e as necessidades de sua família, possibilitando-lhes integrar-se na pastoral ordinária da Igreja;
20. Denunciar o turismo sexual.

5. Conclusão

Turista,
que sobes montes para ver horizontes;
homem ou mulher de alma errante
e sedenta de verdades,
que buscas a solidão para ter companhia;
coração insatisfeito que vagueia,
que voa, mas que também caminha;
peregrino inquieto,
desejoso de andar por mil estradas:
teus caminhos vão a muitos lugares…
E tu, aonde vais?…

Vimos que milhões de pessoas viajam anualmente para outros países ou dentro de seus próprios países, para fazer uma experiência “diferente”. Quer o turista, que sai para conhecer novas terras, culturas ou pessoas, quer o peregrino, que sai em busca de uma experiência religiosa em santuários, em lugares de tradições religiosas ou em celebrações envolvidas pela piedade popular, todos usam meios de transporte, necessitam de hospedagem, procuram restaurantes, compram lembranças etc. É um imenso mundo humano que gira em torno de qualquer viagem.
A indústria turística há muito descobriu que quanto mais qualificados forem os profissionais ligados à essa área, mais será beneficiado o turista; consequentemente, mais se desenvolverá o turismo e maiores serão os recursos envolvidos nesse campo. Já a Igreja, que olha para esse mundo com o olhar do Bom Pastor, está descobrindo que quanto mais investe na Pastoral do Turismo e, particularmente, no campo das peregrinações, mais frutos de evangelização colherá. Daí a necessidade de agir em diferentes áreas e grupos: nos próprios locais turísticos; nos agentes de turismo, para que seus trabalhos sejam marcados por princípios éticos; nos que vivem em função dos lugares turísticos, para que sejam respeitados em sua dignidade humana, tenham condições adequadas de trabalho e adequado amparo nos meses em que diminui o movimento turístico etc.
A presença da Igreja neste mundo desafiador do turismo fará com que muitos tenham a possibilidade de exclamar com Santo Agostinho: “Tu nos fizeste para ti, Senhor, e nosso coração está inquieto até que repouse em ti”. Ou também: “Tarde te amei, beleza tão antiga e tão nova, tarde te amei! Tu estavas dentro de mim e eu fora te procurando… Te saboreei e agora sinto fome e sede de ti” (Confissões).

 

 

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